Pensão Alimentícia e Revisão de Valores

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Advogada de Pensão Alimentícia em BH: Garantir o sustento e o bem-estar dos filhos é um direito fundamental. Atuamos na fixação, execução e revisão de valores de pensão alimentícia, buscando sempre a solução mais justa e equilibrada para sua família.

O que é a Pensão Alimentícia?

A pensão alimentícia é um valor pago por uma pessoa para o sustento de outra. Embora seja mais comum em casos envolvendo filhos menores após um divórcio, ela também pode ser destinada a ex-cônjuges e outros parentes, desde que comprovada a necessidade.

Esse direito visa garantir as necessidades básicas do alimentando, como:

  • Alimentação e saúde;
  • Moradia e vestuário;
  • Educação (escola, materiais, etc.);
  • Lazer e despesas extraordinárias.

Como o Valor da Pensão Alimentícia é Calculado?

O Binômio do Cálculo da Pensão

Necessidade (de quem recebe)
×
Possibilidade (de quem paga)

O juiz analisará detalhadamente os gastos de quem vai receber a pensão e os rendimentos de quem vai pagar para definir um valor justo e proporcional. O mito de que a pensão é sempre 30% do salário mínimo não é verdade, embora esse percentual seja frequentemente usado como ponto de partida em muitos casos.

Valor da Pensão para 1, 2 ou mais filhos

valor da pensão para 2 filhos ou mais não segue uma regra de multiplicação simples. O juiz considerará a necessidade de cada filho e a capacidade total do alimentante. É comum que o percentual total aumente, mas não necessariamente que dobre. Por exemplo, se para 1 filho a pensão é de 20% dos rendimentos, para 2 filhos pode ser fixada em 30% ou 35% do total, a depender do caso concreto.

Revisão de Valores da Pensão Alimentícia

A qualquer momento, o valor da pensão pode ser revisto judicialmente, seja para aumentar (majoração) ou para diminuir (minoração). Para isso, é preciso comprovar que houve uma mudança significativa no binômio necessidade/possibilidade desde a fixação original.

Vantagens e Desvantagens da Ação Revisional

  • Para quem paga (devedor): A principal vantagem é adequar o valor à sua nova realidade financeira (ex: desemprego, nascimento de outro filho). A desvantagem é o custo do processo e a necessidade de expor sua vida financeira em juízo.
  • Para quem recebe (credor): A vantagem é reajustar o valor caso as necessidades do filho aumentem (ex: nova escola, problema de saúde) ou se o padrão de vida de quem paga melhorou. A desvantagem é o risco de o juiz entender que não houve mudança e manter o valor antigo.
 
Acordo de Pensão Alimentícia em Cartório: Sim, é possível! Se as partes forem maiores e capazes e estiverem em consenso, podem firmar um acordo de fixação, revisão ou exoneração de pensão por escritura pública em cartório. Este documento tem a mesma força de uma decisão judicial.

Perguntas Frequentes sobre Pensão Alimentícia

Qual valor da pensão alimentícia em 2026?

O valor dependerá do salário mínimo vigente. Se a pensão for fixada, por exemplo, em 30% do salário mínimo, o valor será reajustado automaticamente todo ano. Uma advogada de pensão alimentícia pode ajudar a calcular os valores corretos.

Para 1 filho, os percentuais variam muito, mas ficam frequentemente entre 15% a 30% dos rendimentos líquidos de quem paga, ou um percentual fixo sobre o salário mínimo. A decisão final sempre dependerá da análise das necessidades da criança e das possibilidades do genitor.

Quando o pagamento da pensão não ocorre na data combinada, é crucial agir de forma estratégica para garantir os direitos do alimentando. Siga estes passos:

    1. Reúna a Documentação: O primeiro passo é organizar os documentos. Você precisará da decisão judicial (ou acordo) que fixou a pensão e de um extrato bancário que comprove que o depósito não foi realizado na data correta.

 

    1. Procure um(a) Advogado(a) Especialista: Com os documentos em mãos, o próximo passo é contatar um advogado especialista em Direito de Família. Ele analisará o caso e definirá a melhor e mais rápida estratégia de cobrança.

 

  1. Ação de Execução de Alimentos: O advogado irá ingressar com a Ação de Execução de Alimentos. É neste ponto que se escolhe entre o Rito de Prisão (para as 3 últimas parcelas) ou o Rito de Penhora (para débitos mais antigos), buscando a forma mais eficaz de receber os valores atrasados.

Você pode acionar a Justiça a partir do primeiro dia de atraso. A obrigação de pagar a pensão vence na data estipulada pelo juiz. Se a data de pagamento é todo dia 10, por exemplo, no dia 11 a dívida já existe e a execução pode ser iniciada legalmente.

Recomendação prática: Embora a lei permita a ação imediata, é comum aguardar alguns poucos dias para confirmar se não houve apenas um problema de processamento bancário. Contudo, não espere muito tempo, pois a demora pode dificultar a cobrança e inviabilizar o pedido de prisão, que só abrange as 3 últimas parcelas.

A multa por atraso não é automática e depende do tipo de cobrança (rito processual). Funciona assim:

  • No Rito de Penhora, que visa o patrimônio do devedor, a lei prevê a aplicação de uma multa de 10% sobre o valor total da dívida, acrescida de mais 10% de honorários advocatícios. Essa multa só é aplicada se, após ser intimado pela justiça, o devedor não realizar o pagamento voluntário no prazo de 15 dias.
  • No Rito de Prisão, a principal “penalidade” não é uma multa, mas sim a ameaça da própria ordem de prisão, que é a ferramenta de coerção mais forte para forçar o pagamento rápido das 3 últimas parcelas. O valor cobrado é corrigido monetariamente, mas sem a aplicação da multa de 10% mencionada acima.

O tempo de duração varia muito, dependendo principalmente do rito escolhido:

  • Rito de Prisão (Mais Rápido): Por envolver a ameaça de prisão, este método força uma resolução mais rápida. Após a intimação do devedor, o processo pode ser resolvido em poucas semanas a alguns meses, caso o pagamento seja feito para evitar a cadeia.
  • Rito de Penhora (Mais Demorado): Este caminho é mais longo, pois depende da localização e bloqueio de bens (dinheiro em contas, carros, imóveis). A busca por patrimônio pode ser complexa, fazendo o processo durar de vários meses a mais de um ano.

A agilidade sempre dependerá da estratégia jurídica e da situação do devedor. Um advogado especialista usará as ferramentas corretas para acelerar o processo.

Em caso de dúvidas, procure um especialista em Direito de Família de sua confiança.
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